*(LITERATURA CLANDESTINA REVOLUCIONÁRIA)*MICHEL FOUCAULT LIBERTE-ME.

VC LEU MICHEL FOUCAULT,NÃO?ENTÃO O QUE VC ESTÁ ESPERANDO FILHO DA PUTA?ELE É A CHAVE DA EVOLUÇÃO DOS HUMANOS.HISTORIA DA LOUCURA,NASCIMENTO DA CLINICA,AS PALAVRAS E AS COISAS,ARQUEOLOGIA DO SABER,A ORDEM DO DISCURSO,EU PIERRE RIVIÉRE,A VERDADE E AS FORMAS JURÍDICAS,VIGIAR E PUNIR,HISTORIA DA SEXUALIDADE,EM DEFESA DA SOCIEDADE,OS ANORMAIS...EVOLUÇÃO OU MORTE!

Wednesday, March 12, 2008

William Fallon renunciou Porque ele é contra a guerra contra o irã.12/03/08 "Pentágono nega mudança em política para o Irã"

Planos de guerra da administração Bush para o Irão
http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=6868
Jogos de guerra iranianos: Exercícios, testes e ensaios ou preparação e mobilização para a guerra real?
http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=6337
a opep não está mais disposta á alimentar o demónio(império americano) se os estados unidos não for agora buscar o controle das gigantescas reservas de petróleo no subsolo iraniano a america vai entrar em colapso,que já começou...

(foto comandante das forças americanas no Iraque e no Afeganistão William Fallon)A renúncia do comandante das forças americanas no Iraque e no Afeganistão, o almirante William Fallon, não sinaliza uma mudança de política para o Irã, disse o secretário da Defesa dos Estados Unidos, Robert Gates.Fallon anunciou na terça-feira que vai deixar o posto antes do previsto por causa da percepção pública de que tem divergências com o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, sobre o tema.Um artigo publicado na edição de abril da revista Esquire dizia que o comandante se opõe a operação militar contra o Irã, país criticado por seu programa nuclear.O almirante é descrito pela revista como "o homem mais forte entre o governo Bush e uma guerra contra o Irã".Gates afirmou, contudo, que não há diferenças significativas entre as opiniões de Fallon e a política do governo de Bush para o Irã.
Segundo o secretário de Defesa, a idéia sugerida no artigo de que a saída de Fallon indicaria que os Estados Unidos planejam uma guerra com o Irã é "ridícula".
O próprio Fallon disse que não acredita que tenha havido algum dia "qualquer divergência entre os objetivos da política" americana e, segundo artigo publicado no jornal americano The Washington Post, considerou a reportagem da Esquire "venenosa".Mas o editor de Esquire, David Granger, disse que a revista mantém o que foi publicado.O Pentágono também negou alegações de políticos destacados do Partido Democrata de que a renúncia era um sinal de que a Casa Branca está tentando desencorajar dissidência."Eu temo que a renúncia do almirante William J. Fallon seja mais um exemplo de que independência e a franca e aberta expressão das opiniões de especialistas não sejam bem-vindas neste governo", disse o líder da maioria democrata no Senado, Harry Reid.Um porta-voz do Departamento de Defesa, Geoff Morrell, afirmou que "as pessoas não deveriam interpretar isso como o preço a ser pago por falar francamente dentro do Pentágono."De acordo com Morrell, o episódio foi "um problema de percepção que prejudicou o almirante Fallon - esta percepção de que ele tem uma posição diferente daquela do presidente e do governo quando se trata do Irã." Fallon tornou-se há um ano chefe do Comando Central dos Estados Unidos, que cobre a área do nordeste da África até a Ásia Central e inclui a responsabilidade pelas operações americanas no Iraque e no Afeganistão.O almirante divulgou nota pelo quartel-general do Comando Central na Flórida, na terça-feira, em que apontou "uma situação embaraçosa" e uma percepção pública de que há diferenças entre as suas "percepções e a política do governo" como razões para sua saída.Ao reagir à renúncia de Fallon, a pré-candidata à Presidência dos Estados Unidos, Hillary Clinton, pediu ao governo Bush que busque uma saída diplomática com o Irã ao invés de um conflito.A senadora por Nova York descreveu o almirante como "uma voz da razão em um governo que usou retórica inflamatória contra o Irã".
Já o presidente Bush disse que Fallon merece "crédito considerável pelo progresso que fez no Iraque e no Afeganistão".



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