*(LITERATURA CLANDESTINA REVOLUCIONÁRIA)*MICHEL FOUCAULT LIBERTE-ME.

VC LEU MICHEL FOUCAULT,NÃO?ENTÃO O QUE VC ESTÁ ESPERANDO FILHO DA PUTA?ELE É A CHAVE DA EVOLUÇÃO DOS HUMANOS.HISTORIA DA LOUCURA,NASCIMENTO DA CLINICA,AS PALAVRAS E AS COISAS,ARQUEOLOGIA DO SABER,A ORDEM DO DISCURSO,EU PIERRE RIVIÉRE,A VERDADE E AS FORMAS JURÍDICAS,VIGIAR E PUNIR,HISTORIA DA SEXUALIDADE,EM DEFESA DA SOCIEDADE,OS ANORMAIS...EVOLUÇÃO OU MORTE!

Saturday, April 26, 2008

Entrevista:Paulo Azeredo conta tudo o que aconteceu na estrada gaúcha entre os municípios de Pinheiro Machado e Piratiny 26/04/08

Tether Incident NASA STS-75 UFO
http://br.youtube.com/watch?v=Ox6BtwDmm3c
UFOS na NASA
http://br.youtube.com/watch?v=13jFrReOL0c
Durante sua campanha eleitoral em 2002, o deputado Paulo Azeredo (PDT/RS), afirmou ter vivido uma experiência inusitada. Já era meia-noite, Azeredo viajava pela estrada gaúcha entre os municípios de Pinheiro Machado e Piratiny, quando viu fortes luzes de cor amarela em forma de tambores de gás entre as árvores, na margem da rodovia. “Fiquei observando aquelas luzes, pois elas não pareciam normais. Eis que, naquela região do campo, não havia casas, nem postes de iluminação ou lâmpadas elétricas”, relatou.O fato chamou a atenção do Instituto de Cosmobiologia Social (GISEH), que entrou em contato com o deputado. Em entrevista, contou que mais à frente viu outras luzes, agora de cor branco-azulada, acompanhando o movimento do carro. Na curva, havia um objeto de forma côncava sobre o solo. Azeredo tentou comunicar à polícia, que desligou o telefone pensando se tratar de um trote. Nem mesmo seu amigo acreditou quando o deputado ligou para contar o que acontecera.A história não parou por aí. Depois de ver aquelas luzes seguindo-o, Paulo Azeredo teve a sensação de que alguém entrou em seu carro. “Até ouvi o ruído da porta ao se fechar”. Não havia ninguém lá dentro, mas ele prosseguiu a viagem com a impressão de estar acompanhado. Só depois de percorrer alguns quilômetros as luzes sumiram e tudo voltou ao normal.
(foto deputado Paulo Azeredo PDT/RS)Oliveira: O que ocorreu de inexplicável e constrangedor, com o senhor durante a campanha eleitoral, quando viajava em seu carro particular?Azeredo: Bem, eu viajava à noite em meu carro particular, na estrada entre os municípios de Pinheiro Machado e Piratiny, na região sul do Rio Grande do Sul, quando por volta já de meia noite, vi luzes fortes de cor amarela, com o formato de tambores de gás, entre as árvores ás margens da estrada, para o lado esquerdo de quem viaja. Por algum tempo fiquei observando aquelas luzes, pois elas não pareciam normais, eis que naquela região do campo, não havia casa, nem postes de iluminação ou lâmpadas elétricas.Oliveira: E o que o senhor fez naquele momento, seguiu as luzes?Azeredo: Sim, eu segui observando as ditas luzes até que outro carro passou por mim em sentido contrário, e ao vencer uma curva da estrada, aproximando-me do local não percebi mais as luzes amarelas.Oliveira: O que aconteceu depois?
Azeredo: Bem, seguindo viagem, ao fazer outra curva da estrada, mais ou menos a uns 210 km do local onde eu vira as luzes, notei uma luminosidade intensa de cor branco-azulada, com intensidade de arco voltaico.


Oliveira: E o senhor não se inquietou com isso?Azeredo: Sim, realmente eu senti-me um tanto inquieto pelo inusitado da ocorrência, mas prossegui viagem; porém sendo seguido pelas luminosidades como se fossem “flashes” fotográficos.
Oliveira: E que providências tomou?Azeredo: Impressionado por tudo isso, joguei o carro para a esquerda e depois para a direita na aflição de poder ver aquelas luzes que me acompanhavam, mas elas também acompanharam os movimentos do carro e eu nada pude distinguir, observei que o interior do carro também estava azulado, e então sem poder fazer nada, telefonei para a polícia, mas a recepcionista desligou o telefone julgando talvez, tratar-se de mais um “trote”. Oliveira: E depois, o que aconteceu?Azeredo: Eu continuei a viagem seguido pelas luzes e “flashes”, e por isso telefonei para um amigo e correligionário, que não acreditou na minha descrição e apreensões achando que eu não estivesse sóbrio, e por isso fazendo “gracinhas”. A situação, porém permaneceu e eu cada vez mais inquieto observei então numa curva da estrada um objeto de forma côncava sobre o solo, notando na arcada inferior janelas luminosas de cor branco azuladas, mas por ser uma visão de relance, dado a velocidade do carro, não pude distinguir a cúpula do objeto que estaria estacionado no meio do mato ao lado direito da estrada.
Oliveira: E qual era o seu estado emocional naquele momento?
Azeredo: Bem, nessa altura eu já estava bastante alarmado, pensei em me dirigir para um posto policial mais próximo a uns quilômetros adiante desse lugar onde me encontrava, mas logo após aconteceu um fato estranho, pois senti como se a porta traseira do carro se tivesse aberto e alguém entrado e se acomodado no banco atrás de mim, e até ouvi o ruído da porta ao se fechar. Já bastante alarmado eu não queria verificar quem estivesse ali sentado, mas enfim não resistindo à curiosidade, voltei-me um pouco no banco, mas ninguém estava ali e nada havia de anormal. Prossegui a viagem até o fim sem novidades, porém sempre com a desagradável impressão de que alguém estava sentado no banco de trás do carro, mas dali em diante as luzes desapareceram bem como o estranho objeto não delineado por mim perfeitamente, pois o carro já avançara alguns quilômetros.


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