*(LITERATURA CLANDESTINA REVOLUCIONÁRIA)*MICHEL FOUCAULT LIBERTE-ME.

VC LEU MICHEL FOUCAULT,NÃO?ENTÃO O QUE VC ESTÁ ESPERANDO FILHO DA PUTA?ELE É A CHAVE DA EVOLUÇÃO DOS HUMANOS.HISTORIA DA LOUCURA,NASCIMENTO DA CLINICA,AS PALAVRAS E AS COISAS,ARQUEOLOGIA DO SABER,A ORDEM DO DISCURSO,EU PIERRE RIVIÉRE,A VERDADE E AS FORMAS JURÍDICAS,VIGIAR E PUNIR,HISTORIA DA SEXUALIDADE,EM DEFESA DA SOCIEDADE,OS ANORMAIS...EVOLUÇÃO OU MORTE!

Tuesday, July 15, 2008

Barack Obama quer mais 10 mil soldados no Afeganistão 15/07/08


Num artigo publicado no New York Times em que esboça o seu plano de segurança nacional e defesa contra o terrorismo, o candidato presidencial democrata preconiza um aumento das tropas americanas no Afeganistão em 10 mil efectivos. Obama reforçou contudo a sua oposição frontal à guerra no Iraque, planeando a retirada das tropas em 16 meses, apesar de sustentar a permanência de alguns efectivos para proteger serviços dos EUA e treinar o exército iraquiano.
"Opus-me à guerra do Iraque antes de ela começar e acaberei com ela quando for Presidente. É essencial acabar com a guerra no Iraque para nos concentrarmos noutros objectivos estratégicos, começando pelo Afeganistão e Paquistão, onde os talibans ganham força e a Al Qaeda encontrou o seu santuário. O Iraque não é a frente principal de combate ao terrorismo nem nunca foi". É assim que Obama justifica o reforço das tropas no Afeganistão, com mais 10 mil efectivos dos EUA.Mas a retirada das tropas do Iraque defendida por Obama não é total. Para o candidato democrata a retirada deve ser feita em 16 meses mas mantendo uma presença "residual" para "missões limitadas", nomeadamente "perseguir o que sobre da Al Qaeda na Mesopotâmia, proteger os membros dos serviços dos EUA que permanecerão no Iraque e, sempre que os iraquianos continuem a fazer progressos políticos, treinar as forças de segurança iraquianas"À margem deste artigo, Obama criticou a capa da revista semanal The New Yorker, em que aparece com um turbante islâmico em frente a um retrato de Osama Bin Laden e de uma banddeira dos EUA a arder, e ao lado da sua mulher equipada com uma metralhadora. "Muitos leitores verão a capa como algo de mau gosto e ofensivo. E nós também", declarou o seu portavoz Bill Burton. O editor da revista respondeu que a sua intenção era satirizar as críticas lançadas contra Obama.

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