*(LITERATURA CLANDESTINA REVOLUCIONÁRIA)*MICHEL FOUCAULT LIBERTE-ME.

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Thursday, July 31, 2008

EUA seduzem a Nicarágua com equipamento médico em troca de sistemas russos de mísseis 31/07/08

A administração dos Estados Unidos ofereceu à Nicarágua a troca de 657 sistemas de mísseis russos terra-ar portáveis por homem, disparáveis a partir do ombro, por equipamento médico para o sistema de saúde do país, informa a RIA Novosti, referindo-se ao canal nicaragüense de televisão Canal 8. O montante da transação ainda não foi divulgado.
"O governo dos Estados Unidos apresentou à administração nicaragüense sugestão de entregar equipamento médico em troca de 657 sistemas de mísseis Strela-2 de fabricação russa. Espero que assinemos um acordo adequado no mais breve futuro," disse, numa declaração, o Embaixador dos Estados Unidos na Nicarágua, Paul Trivelli. O Exército da Nicarágua usa atualmente de 1.000 sistemas Strela-2, que o país comprou da URSS no decurso dos anos 1980. Cerca de 400 desses sistemas serão deixados nas instalações de armazenamento do exército nicaragüense para a eventualidade de a nação decidir assinar o acordo com os Estados Unidos.
É digno de nota que os Estados Unidos recompraram mais de 22.000 complexos de mísseis portáveis por homem, disparáveis a partir do ombro, em diferentes países do mundo nos anos recentes. O Pentágono diz que os Estados Unidos conduzem tal política a fim de não permitir que diversos grupos terroristas se apossem dos complexos.O 9K32 "Strela-2" (nome de referência da OTAN SA-7 Grail) é um sistema de mísseis terra-ar de baixa altitude, portável por homem, disparável a partir do ombro, com ogiva altamente explosiva e orientador passivo de direcionamento para o alvo baseado em emissão de infravermelho. É, de maneira geral, comparável ao FIM-43 Redeye do Exército dos Estados Unidos. Foi a primeira geração soviética de terra-ar, entrando em serviço em 1968, com a produção em série começando em 1970.
O 9K32M "Strela-2M" (nome de referência na OTAN SA-7b "Grail" Mod 1) foi introduzido em 1971 e apresentou diversos aperfeiçoamentos, com aumento tanto do alcance quanto do tamanho da ogiva.O SA-7 é um sistema de mísseis rastreadores e sua eficácia depende de sua capacidade de vincular-se à fonte de calor de aviões de vôo baixo com asas fixas ou rotatórias. O mecanismo rastreador simples de infravermelho do míssil é facilmente escamoteado por contramedidas simples tais como sinais luminosos/clarões, bloqueadores pulsantes de infravermelho do tipo "tijolo quente" e até efeitos ambientais como reflexos infravermelhos provenientes de nuvens.O Strela-2 tem uma pequena ogiva dirigida por energia de fragmentação por explosão com detonadores de impacto e de roçadura. O detonador de impacto detona a ogiva imediatamente no momento do impacto, enquanto que o detonador de roçadura reage ao mais tênue encurvamento da fuselagem do míssil. A ogiva pesa 1,1 kg, inclusive conteúdo de 370g de HE num invólucro pré-fragmentado.
A ogiva pequena tinha a desvantagem de baixa letalidade contra jatos, e especialmente contra alvos multimotores; ao o míssil dirigir-se para o local mais aquecido, normalmente atingia apenas as partes de reignição das turbinas e, devido ao pequeno porte e detonação instantânea, não era raro que deixasse de destruir até mesmo o motor atingido.Embora o desenho básico da ogiva tenha permanecido o mesmo em todos os sistemas de defesa aérea portáveis por homem soviéticos, desde o Strela-2/2M passando pelo Strela-3 e Igla-1 até o Igla final, os mísseis posteriores tinham letalidade muito mais aperfeiçoada com pequeno peso adicional da ogiva, devido a melhor capacidade de localização terminal voltada para atingir a fuselagem do avião, detonação postergada, permitindo ao míssil penetrar no alvo antes da detonação e, em variantes posteriores, também uma carga secundária de 20g para deflagrar combustível explosivo de foguete remanescente.A despeito de suas deficiências em alcance e letalidade, o Strela-2 forçava os pilotos inimigos a voar mais alto, em zona de combate de sistemas de defesa aérea mais potentes. Além disso, em diversos casos forçou os pilotos inimigos a adotar táticas de bombardeio de maior altitude, o que degradou a precisão e a eficácia dos ataques aéreos.O alcance e altitude desses mísseis foram sistematicamente subestimados no Ocidente. Por exemplo, embora um limite de altitude de 1.500 pés fosse amplamente citado, um SA-7 atingiu um jato de Omã (em 1974) a 11.500 pés.


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