*(LITERATURA CLANDESTINA REVOLUCIONÁRIA)*MICHEL FOUCAULT LIBERTE-ME.

VC LEU MICHEL FOUCAULT,NÃO?ENTÃO O QUE VC ESTÁ ESPERANDO FILHO DA PUTA?ELE É A CHAVE DA EVOLUÇÃO DOS HUMANOS.HISTORIA DA LOUCURA,NASCIMENTO DA CLINICA,AS PALAVRAS E AS COISAS,ARQUEOLOGIA DO SABER,A ORDEM DO DISCURSO,EU PIERRE RIVIÉRE,A VERDADE E AS FORMAS JURÍDICAS,VIGIAR E PUNIR,HISTORIA DA SEXUALIDADE,EM DEFESA DA SOCIEDADE,OS ANORMAIS...EVOLUÇÃO OU MORTE!

Tuesday, December 26, 2006

batalha travada pelos anarquistas em paris,pelo povo de oaxaca.hehe os anarquistas são os unicos que vão as ruas.










3 Comments:

  • At 12/26/2006, Blogger b166er said…

    surrealismo e anarquismo

    www.wwwcomcom.com

     
  • At 12/26/2006, Blogger b166er said…

    A ULTIMA FLORESTA



    Espraiam sentimentos
    Meus e teus.

    Rasgo o verbo e os momentos
    Furando o bloqueio sentimental.
    Lagrimas descem da montanha.
    O pio saudoso da aguia
    Reverbera por toda a floresta
    E assanha
    Meu espirito alado.

    Ao preterito estamos atados
    E em razao disso vivemos o presente.
    Se um caule for retirado
    Toda a floresta ressente
    E nao a arvore somente.

    A Terra-mae vive o tormento
    E a ingratidao do filho sem idade,
    Alienado e pelo ninho sem sentimento,
    Vivendo a fome de sua impunidade.

    O rio, discipulo paciente,
    E´ agente de sobrevida,
    Espelhada na agua corrente,
    Pura, cristalina e revivida.

    O perfume da floresta
    Encanta o espirito evoluido.
    O nao evoluido apenas ve nesta
    Floresta um principio poluido.

    A serpente foge receosa
    Da verdadeira serpentina.
    O fogo queima e chorosa
    A juriti abriga-se
    Com a especie felina.

    Todos se unem nesta corrida,
    Nesta louca e desesperada procura
    De mais uma floresta retida
    Pela memoria da humana loucura.

    As grandes arvores
    Nao fazem mais sombras
    Porque simplesmente nao existem
    `A margem das estradas.

    Fazem alguns
    O trabalho de todos
    E, contudo, a devastaçao continua...
    Continuara´...
    Ate´ que o planeta exausto
    Sera´ apenas um grande lixao.
    E o homem - urubu truao -
    Fara´ sua festa de hienas,
    Cantara´ suas miseras falenas
    Indigno de ser filho de Deus.

    Ah! Sentimentos meus e teus!

    A natureza, entretanto, e´ agente
    Das leis de Deus
    E Deus nao e´ careta,
    Nem busca vida obsoleta.
    A propria floresta evolui
    Independente da açao mesquinha
    De homens que negam a Deus
    Mas, bebem da agua fresquinha.

    Mesmo um vandalo
    De telefones publicos
    Necessitara´ um dia deles,
    Assim como o destruidor de florestas
    Recorrera´ ao vegetal
    Para a cura de sua dor.

    Vivendo sem amor
    Recorrera´ a sua sombra.
    Mesmo sendo um abastado
    Recorrera´ ao fruto.

    Recorrera´ a sua madeira
    E isto pela vida inteira,
    Porque o homem e´ um produto
    Que tambem se extingue
    Em caixoes de madeira.

    O caos fara´ limite
    Com a ultima floresta.
    O perfume sazonado
    Nao se agastara´ em festa
    No chao, em folhas derramado.
    Havera´ sombras...
    Nesta grande e ultima floresta.

    Em fechados recessos
    Sem jamais ter acesso,
    O homem ainda ouvira´
    O majestoso Tangara´.
    E o indio,
    O unico convidado
    Testemunhara´ a dança
    Do passaro que lança
    Seu fandango ritmado.

    Nao se atreva a civilizaçao,
    Tao deturpada em seu fanal
    de progredir, promover a destruiçao
    do ultimo reduto do inocente animal,
    este nosso irmao...
    ...que nunca foi mau!


    (Jeovah de Moura Nunes)
    (declamado na "Estaçao do Som" - Jau´ - SP
    em 07.novembro.2002)

     
  • At 12/26/2006, Blogger b166er said…

    Sou restos
    De um passado heroico.
    Sou vicejante,
    Ou o morbido vegetante
    Em urbanismos enlouquecidos.

    Sou bacteria errante
    E habitante
    De intestino de deuses.
    Sou substancia indesejavel
    Rodeada de cretinos.

    Sou fezes em becos
    Malcheirosos,
    Distante de animais ternos,
    Proxima de humanoides
    Ociosos,
    Embrutecidos e hodiernos.

    Sou o feto
    Que nunca deixou
    De ser feto
    Infecto.
    Sou o mendigo
    Que continua mendigo,
    Em terra de mendigo.

    Sou o ateu
    Entre religioes sonoras,
    Edificantes!
    Desmoronantes...

    Sou o que resta
    De um passado
    Heroico e remoto
    Entre humanidades
    De gestos ilogicos
    E covardes...

    (Jeovah de Moura Nunes)
    do livro "Pleorama" pag. 28/29

     

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