*(LITERATURA CLANDESTINA REVOLUCIONÁRIA)*MICHEL FOUCAULT LIBERTE-ME.

VC LEU MICHEL FOUCAULT,NÃO?ENTÃO O QUE VC ESTÁ ESPERANDO FILHO DA PUTA?ELE É A CHAVE DA EVOLUÇÃO DOS HUMANOS.HISTORIA DA LOUCURA,NASCIMENTO DA CLINICA,AS PALAVRAS E AS COISAS,ARQUEOLOGIA DO SABER,A ORDEM DO DISCURSO,EU PIERRE RIVIÉRE,A VERDADE E AS FORMAS JURÍDICAS,VIGIAR E PUNIR,HISTORIA DA SEXUALIDADE,EM DEFESA DA SOCIEDADE,OS ANORMAIS...EVOLUÇÃO OU MORTE!

Monday, March 03, 2008

os estados unidos estão por trás da crise na colômbia,estão Apavorados com o potencial economico do brasil.03/03/08

Speculative Onslaught. Crisis of the World Financial System: The Financial Predators had a Ball
http://globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=8158
o império quer desestabilizar o mercosul...


a megabolsa brasileira:A possível fusão entre a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) e a Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F) deverá ser o ato final de um conjunto de medidas destinadas a preparar o mercado de capitais brasileiro para uma significativa mudança de patamar. Nos últimos meses, os pregões nacionais galgaram posições e passaram a figurar entre os mais cobiçados do mundo. O salto será ainda maior, segundo analistas, quando o País receber a esperada classificação investment grade, concedida pelas agências de avaliação de risco às nações consideradas portos seguros para os investidores. A tentativa de unir operações, anunciada na terça-feira 19, e com prazo de até 60 dias para ser acertada, é mais um esforço de eliminar eventuais gargalos ao ingresso de recursos estrangeiros e garantir a liquidez das operações. Juntas, Bovespa e BM&F terão condições de cortar custos operacionais e tornar o mercado nacional mais atraente ao investidor. De quebra, podem reduzir o risco de ser arrematadas por uma concorrente estrangeira, na esteira do movimento global de fusões e aquisições no setor. A ameaça passou a ser real em 2007, após o processo de abertura de capital das bolsas brasileiras, processo conhecido como desmutualização. Ao deixar de pertencer a um grupo de corretoras e diluir o controle entre vários acionistas, as empresas tornaram-se alvos potenciais de ofertas hostis de grupos internacionais. A expectativa de crescimento e o desempenho apresentado pelo mercado local até agora justificam o interesse estrangeiro e as preocupações nacionais. Só no ano passado, o valor das principais ações negociadas no País, representadas pelo Índice Bovespa, aumentou 43,65%. O volume de contratos de derivativos (instrumentos financeiros com preço atrelado a outros ativos, como produtos agrícolas e minerais) cresceu 50,7%. As ações brasileiras tornaram-se as de maior peso entre os papéis de países emergentes no índice global MSCI, da empresa de ratings Morgan Stanley. A nova bolsa, resultante da fusão, por si só, seria o segundo maior pregão das Américas, maior até do que a Bolsa de Nova York. Mundialmente, ficaria entre a quarta e a quinta posições em valor de mercado. Na quarta-feira 27, a BM&F deu mais um passo fundamental para abrir as fronteiras do mercado, ao anunciar um acordo com o CME Group, empresa controladora das bolsas de Chicago. A partir do terceiro trimestre deste ano, dezenas de milhares de investidores conectados aos pregões americanos poderão aplicar recursos diretamente no Brasil. O inverso também será possível, com corretoras brasileiras a oferecer, por exemplo, contratos futuros do índice de ações da Bolsa de Nova York S&P 500, o mais negociado do mundo. O acordo com o CME aumentará o número de terminais eletrônicos conectados à bolsa de cerca de 600 para algo entre 90 mil e 100 mil, de acordo com o diretor-geral da BM&F, Edemir Pinto. “Diante dessa mudança, qualquer estimativa que façamos de aumento do volume de negócios seria conservadora”, afirma. Segundo o executivo, a integração das plataformas de negociação da BM&F e do CME Group pode ser estendida à Bovespa, caso a união saia do papel. Além da interligação dos sistemas eletrônicos de negociação, a BM&F e o CME acertaram uma troca de ações da ordem de 700 milhões de dólares. A Bolsa brasileira assumiu uma fatia de 2,18% na empresa de Chicago, enquanto o grupo americano passou a deter 10% de participação na BM&F S.A., tornando-se o maior acionista individual da companhia. Conseqüentemente, terá papel importante na decisão sobre as negociações com a Bovespa. Ao menos no discurso, os americanos não serão um empecilho à criação da nova bolsa nativa. O diretor-geral do CME Group, Craig Donohue, diz reconhecer o potencial de integração entre as bolsas brasileiras e acrescenta que a hipótese foi prevista antes da assinatura do acordo com a BM&F. “Temos confiança na capacidade de nossos parceiros de chegar ao melhor resultado (na negociação com a Bovespa)”, afirmou. O protocolo de intenções assinado pelas bolsas brasileiras elimina a possibilidade de ocorrer uma oferta hostil pelo controle de uma das duas durante os dois meses do prazo para os acertos entre as empresas. E também evita que elas partam para a briga, numa disputa pelo interesse dos investidores. A preocupação foi expressa pelo diretor-geral da BM&F: “Nada impede, hoje, que a Bovespa decida vender derivativos e nós, ações. Mas a competição local seria muito ruim para o mercado brasileiro”. A trajetória dos dois mercados revela estratégias e estilos de administração nem sempre coincidentes. A Bovespa foi forçada a ir à luta para atrair investidores e empresas enquanto o crescimento do País era insignificante e pairavam dúvidas quanto à estabilidade econômica. Os mercados de derivativos, de outro lado, também se alimentam das oscilações e incertezas para crescer, e por isso mantiveram o volume de negócios em alta durante os períodos de crise. Ao dar impulso às negociações eletrônicas, a BM&F procura alcançar a Bovespa, que além de catequizar os investidores não institucionais, lançou mão de ferramentas de negociação via internet (home broker) para atrair maciçamente ao mercado de capitais as pessoas físicas, que hoje respondem por 24% do volume das compras e vendas de ações brasileiras. A imagem dos corretores a gritar e gesticular nos pregões, por exemplo, hoje só é vista na bolsa de futuros. “À medida que o Brasil começa a desenvolver uma cultura de poupança, as bolsas tendem a apresentar um enorme apelo para a população”, diz o diretor da BDO Trevisan, Henrique Campos. Ele prevê que a participação de pessoas físicas no mercado brasileiro possa chegar a cerca de 40% do total das negociações, a exemplo do que ocorreu em países desenvolvidos. “Há tanto potencial a ser explorado no Brasil, sobretudo após uma fusão entre Bovespa e BM&F, que as duas não precisariam, em um primeiro momento, comprar bolsas de outros países para expandir.” O diretor-executivo da Associação Nacional das Corretoras (Ancor), Gilberto Biojone, lista as razões por que considera o momento propício para a criação da superbolsa. “A economia está em crescimento, os investidores mostram disposição para vir ao mercado e as corretoras estão capitalizadas”, enumera. Campos, da Trevisan, acrescenta que não existem barreiras para a entrada de recursos no mercado brasileiro, nem tampouco é possível apontar um grande chamariz. “Uma bolsa fortalecida, com custos reduzidos, seria o atrativo que falta”, afirma o especialista.








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