*(LITERATURA CLANDESTINA REVOLUCIONÁRIA)*MICHEL FOUCAULT LIBERTE-ME.

VC LEU MICHEL FOUCAULT,NÃO?ENTÃO O QUE VC ESTÁ ESPERANDO FILHO DA PUTA?ELE É A CHAVE DA EVOLUÇÃO DOS HUMANOS.HISTORIA DA LOUCURA,NASCIMENTO DA CLINICA,AS PALAVRAS E AS COISAS,ARQUEOLOGIA DO SABER,A ORDEM DO DISCURSO,EU PIERRE RIVIÉRE,A VERDADE E AS FORMAS JURÍDICAS,VIGIAR E PUNIR,HISTORIA DA SEXUALIDADE,EM DEFESA DA SOCIEDADE,OS ANORMAIS...EVOLUÇÃO OU MORTE!

Wednesday, March 12, 2008

lula aplica o maior golpe de todos os tempos na burguesia brasileira.12/02/08 TV Brasil aprovada:oposição não engole derrota e faz ameaças

o lula é a melhor coisa que aconteçeu no brasil em 500 anos.ele é hoje o homen mais poderoso da america latina.
http://www.fazendomedia.com/globo40/globo40.htm
quem foi que criou a globo????
quem criou a globo foi CIA para sufocar o movimento popular no brasil.

A oposição de direita (PSDB e DEM) mostrou que não sabe perder e nem respeitar as regras do jogo político democrático. Ao ser derrotada na sua tentativa de inviabilizar a criação da TV Brasil, demos e tucanos ameaçaram um ''boicote geral'' às votações do Congresso.O Senado Federal aprovou na madrugada desta quarta-feira (12), o projeto de lei que cria a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), que vai gerir a TV Brasil - canal de televisão públio, de caráter não comercial. A aprovação se deu sem a presença da oposição, que abandonou o plenário quando percebeu que seria derrotada.A matéria é proveniente da medida provisória 398/07. A criação da TV Brasil foi o assunto que permeou as discussões desde as 17h30 de ontem (11) até as 3h da madrugada de hoje. Durante a apreciação de outras matérias, os senadores governistas acusaram a oposição de tentar prolongar os debates para dificultar o exame do projeto. Contrários à TV Brasil, pois temem que ela se transforme num contraponto à mídia hegemônica, os oposicionistas queriam ganhar tempo para impedir a votação até a próxima quarta-feira --último dia de trabalhos do Congresso antes da Sexta-feira Santa, quando a medida provisória da TV pública deixaria de vigorar.Mas a manobra da oposição foi por água abaixo quando o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-PR), orientou a base governista a rejeitar uma medida provisória de menor importância que estava sendo debatida antes da MP da TV pública. A MP rejeitada estendia ao trabalhador rural autônomo enquadrado como contribuinte individual o prazo de dois anos para requerer aposentadoria por idade no valor de um salário mínimo. Já existe projeto semelhante na Câmara.A oposição foi pega de surpresa com a decisão de Jucá e, vendo que seria derrotada, passou a tumultuar a sessão. A balbúrdia oposicionista foi rechaçada pelo presidente do Senado, Garibaldi Alves (PMB-RN), e diante disso os senadores do PSDB e do DEM deixaram o Plenário, de modo que não participaram da deliberação da votação da TV Brasil.Com a decisão do DEM e do PSDB de abandonar o plenário, as votações transcorreram de forma rápida viabilizando a apreciação de duas matérias: a MP 397 e a TV pública. ''Isso foi o troco da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira)'', afirmou o líder do PTB, Epitácio Cafeteira (MA), comentando a iniciativa de Jucá.

Mais tarde, ao final da sessão, logo depois das 3h da madrugada, Garibaldi afirmou que apesar de todas as dificuldades apresentadas ao longo do dia, estava satisfeito porque o debate democrático havia prevalecido. Ele disse acreditar que a TV pública vai efetivamente cumprir seu papel perante a sociedade brasileira.O relator da matéria, senador Renato Casagrande (PSB-ES), ao proferir parecer favorável à aprovação da matéria, disse que, pela primeira vez, seria feita no Brasil a definição e a regulamentação dos princípios e objetivos da comunicação pública. Ele também sugeriu alterações futuras na legislação, como a ampliação das cotas mínimas de exibição de conteúdo regional e de produtores alternativos.O senador Aloizio Mercadante (PT-SP) disse que a TV Brasil vai abrir espaço para a produção independente e contará com mecanismos de controle social como uma ouvidoria e um controle gestor composto, inclusive, por representantes do Congresso Nacional.Também se manifestaram a favor da criação da TV Brasil os senadores Tião Viana (PT-AC), José Sarney (PMDB-AP), Flávio Arns (PT-PR), Marcelo Crivella (PRB-RJ), Eduardo Suplicy (PT-SP), José Nery (PSOL-PA), Inácio Arruda (PCdoB-CE), Delcídio Amaral (PT-MS), João Pedro (PT-AM) e Paulo Paim (PT-RS).


Apesar do desfecho favorável à criação da TV Brasil, a sessão de ontem comprometeu o entendimento feito horas antes, entre governo e oposição, para a votação do Orçamento nesta quarta-feira.A oposição avisou que o acordo estava rompido e, de forma irresponsável, ameaçou boicotar todas as atividades do Congresso. ''Nunca mais haverá um acordo nesta Casa. Amanhã não passa nada nas comissões, vamos pedir vistas de tudo. O comportamento será assim, inclusive no orçamento. A partir de amanhã o Senado vai viver uma situação de confronto entre governo e oposição'', anunciou o irritado líder tucano, Arthur Virgílio (PSDB-AM).O presidente do Senado, Garibaldi Alves, não gostou do tom ameaçador da oposição e, na manhã desta quarta-feira, afirmou que submeterá à votação, em sessão conjunta do Congresso marcada para as 15h, o projeto de lei do Orçamento para 2008. Questionado pela imprensa a respeito do risco de não haver deliberação por causa do boicote oposicionista, Garibaldi afirmou: ''O Parlamento é a Casa dos representantes do povo. Não é a casa dos representantes do governo, nem a casa dos representantes da oposição. Todos são representantes do povo e eu, como presidente, nem sou representante do governo, nem da oposição'', disse.Na mesma entrevista, ainda, Garibaldi respondeu a um jornalista que quis saber se ''o clima ficou alterado desde ontem à noite'': ''Esta Casa precisa trabalhar em ordem, e ontem o que se viu em determinado momento foi desordem e desordem não constrói. Vamos votar, sim'', afirmou.Ontem, o presidente Lula já havia avisado aos aliados, durante reunião do Conselho Político, que gostaria que a base do governo fosse mais incisiva em sua atuação no Congresso e fizesse valer a maioria. Para o presidente Lula, chegou a hora de ''enfrentar a oposição''.Na avaliação dos aliados, Lula percebe que há corpo mole na base para votar e que apenas a oposição, que é minoria, não conseguiria barrar as votações. ''Nós temos número, mas não temos número (na hora de votar)'', disse Lula, segundo relato do líder do PSB na Câmara, Márcio França (SP), um dos presentes ao encontro.O presidente disse que não é mais possível esperar o consenso porque a oposição não quer acordo. Além disso, Lula pediu atenção dos aliados para evitar a repetição dos problemas que marcaram a votação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), no ano passado, quando, apesar de ceder, o Planalto foi derrotado pela oposição.


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