*(LITERATURA CLANDESTINA REVOLUCIONÁRIA)*MICHEL FOUCAULT LIBERTE-ME.

VC LEU MICHEL FOUCAULT,NÃO?ENTÃO O QUE VC ESTÁ ESPERANDO FILHO DA PUTA?ELE É A CHAVE DA EVOLUÇÃO DOS HUMANOS.HISTORIA DA LOUCURA,NASCIMENTO DA CLINICA,AS PALAVRAS E AS COISAS,ARQUEOLOGIA DO SABER,A ORDEM DO DISCURSO,EU PIERRE RIVIÉRE,A VERDADE E AS FORMAS JURÍDICAS,VIGIAR E PUNIR,HISTORIA DA SEXUALIDADE,EM DEFESA DA SOCIEDADE,OS ANORMAIS...EVOLUÇÃO OU MORTE!

Thursday, May 01, 2008

1º de Maio na Turquia termina com 500 presos 01/05/08 http://www.anarsi.org/index.php

http://www.anarsi.org/index.php
Desde a supensão dos transportes públicos até ao recurso a gás lacrimogéneo, as autoridades turcas tudo fizeram para impedir as comemorações do Dia do Trabalhador, marcadas para a Praça de Taskim, onde são proibidas manifestações desde 1980. No final, várias dezenas de pessoas foram hospitalizadas e mais de quinhentas foram presas. Na Tailândia e Indonésia, os manifestantes reclamaram contra o aumento dos preços dos alimentos e por salários que lhes permitam ao menos matar a fome.


As autoridades turcas tomaram rigorosas medidas de segurança para impedir "manifestações ilegais", destacando para as ruas de Istambul 25 mil polícias e três mil soldados. Isto porque os sindicatos insistiram em manifestar-se na Praça de Taskim, local onde em 1977, um grupo de homens armados, que nunca chegaram a ser identificados, abriu fogo contra uma concentração de 750 mil pessoas matando 34 delas. A partir do golpe de estado de 1980 foram proíbidas as manifestações nesta praça. Perante as ameaças das autoridades turcas, os sindicatos acabaram por desconvocar a manifestação, mas ainda assim, muitos manifestantes conseguiram chegar perto da zona, tendo sido violentamente reprimidos pela polícia.

Também em Banguecoque, na Tailândia, milhares de pessoas manifestaram-se hoje para exigir às autoridades um aumento do salário mínimo como contrapartida à subida de preços dos produtos alimentares básicos. Os trabalhadores exigem que o salário mínimo diário seja estabelecido em 233 baht (4,7 euros), mais segurança e melhores condições no trabalho, pedindo também ao governo para desistir dos seus planos de privatizar algumas empresas estatais, nomeadamente a de abastecimento eléctrico. Actualmente, o salário mínimo diário em Banguecoque, a capital, é de 195 baht (3,9 euros), enquanto nas províncias do país menos desenvolvidas está estabelecido em cerca de 144 baht (2,9 euros).


"O governo tem de perceber que o actual salário de base não chega para sobreviver", argumentou Wilaiwan Sae Tia, presidente da coligação de organizações de trabalho, que representa cerca de 70 grupos sindicais ou afins.Os preços do arroz, parte fundamental da dieta tailandesa, e outros alimentos básicos, sobem constantemente desde o início do ano devido a uma menor oferta, procura crescente, especulação e a redução de terras consagradas ao cultivo, devido à propagação dos biocombustíveis.Situação similar verifica-se na Indonésia, onde milhares de manifestantes foram também para a rua para exigir aumentos de salários e denunciar os aumentos nos preços dos produtos alimentares e dos combustíveis. A Indonésia conta com cerca de 40 milhões de pobres em 234 milhões de habitantes. Metade da sua população vive com menos de um euro e meio por dia, de acordo com o Banco Mundial.

















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