*(LITERATURA CLANDESTINA REVOLUCIONÁRIA)*MICHEL FOUCAULT LIBERTE-ME.

VC LEU MICHEL FOUCAULT,NÃO?ENTÃO O QUE VC ESTÁ ESPERANDO FILHO DA PUTA?ELE É A CHAVE DA EVOLUÇÃO DOS HUMANOS.HISTORIA DA LOUCURA,NASCIMENTO DA CLINICA,AS PALAVRAS E AS COISAS,ARQUEOLOGIA DO SABER,A ORDEM DO DISCURSO,EU PIERRE RIVIÉRE,A VERDADE E AS FORMAS JURÍDICAS,VIGIAR E PUNIR,HISTORIA DA SEXUALIDADE,EM DEFESA DA SOCIEDADE,OS ANORMAIS...EVOLUÇÃO OU MORTE!

Friday, October 13, 2006

Lula x Alckmin - ou o povo contra Wall Street?





Luiz Inácio Lula da Silva é o candidato a presidente preferido pela militância que atua nos movimentos sociais. Esta preferência é fácil de entender.

Primeiro, porque a trajetória de Lula faz parte da história da esquerda brasileira, da CUT, da UNE, dos movimentos de trabalhadores rurais, das mulheres, dos negros, dos índios e de tantas outras manifestações dos setores populares no Brasil.

Segundo, porque o governo Lula deu início ao atendimento das demandas acumuladas, há décadas ou séculos, pelas camadas populares.

Terceiro, porque o candidato Geraldo Alckmin é o preferido das elites nacionais e internacionais. Segundo reportagem recente do jornal Financial Times, "ele é o preferido dos círculos financeiros de Wall Street".

Por qual motivo os ricos preferem o candidato tucano?

Com Geraldo Alckmin, antes na presidência do Programa de Desestatização e depois como governador, São Paulo foi privatizado.

O estado perdeu o Banespa como banco de fomento, a Fepasa (ferrovias), o Ceagesp (centro de abastecimento), a Eletropaulo (geradora da energia), a Comgás e a Companhia Paulista de Força e Luz.

A companhia de saneamento (Sabesp), o banco Nossa Caixa e outras instituições foram fragilizadas, com a venda irresponsável de ações. A extensa malha rodoviária foi entregue a preço de banana para empresas que multiplicam pedágios e assaltam os usuários nas tarifas - sem qualquer controle público.

Apesar dos recursos obtidos com as privatizações, R$ 32,9 bilhões, a dívida pública do estado de São Paulo só fez aumentar.

Em janeiro de 1995, no início do primeiro governo tucano, a dívida pública era de R$ 34 bilhões; no início de 2006, era de R$ 123 bilhões, quase duas vezes sua receita líquida. O Estado está mais pobre e debilitado, sem capacidade de investimentos, e vive aprisionado a uma dívida que consome mais de R$ 5 bilhões ao ano e que sugará seus recursos pelos próximos 30 anos.

Segundo balanço oficial, o rombo nas contas públicas do estado de São Paulo atingiu R$ 1,2 bilhão.

Cabe perguntar: se Alckmin deixou este rombo em São Paulo, o que ele faria com o Brasil? Se ele raspou o caixa e entregou o governo para o seu sucessor com um rombo difícil de ser saldado, o que ele faria com o Brasil?

Enquanto o governo tucano privatizava e endividava o estado de São Paulo, uma minoria acumulava privilégios. O número de famílias ricas em São Paulo saltou de 191 mil para 674 mil nas duas últimas décadas - pulou de 37,8% para 58% do total de famílias abastadas no Brasil.

Estas são as marcas principais da orientação econômica do governador Geraldo Alckmin, agora candidato à presidência da República. Em síntese, ele representa o ultraliberalismo na batalha sucessória!

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