*(LITERATURA CLANDESTINA REVOLUCIONÁRIA)*MICHEL FOUCAULT LIBERTE-ME.

VC LEU MICHEL FOUCAULT,NÃO?ENTÃO O QUE VC ESTÁ ESPERANDO FILHO DA PUTA?ELE É A CHAVE DA EVOLUÇÃO DOS HUMANOS.HISTORIA DA LOUCURA,NASCIMENTO DA CLINICA,AS PALAVRAS E AS COISAS,ARQUEOLOGIA DO SABER,A ORDEM DO DISCURSO,EU PIERRE RIVIÉRE,A VERDADE E AS FORMAS JURÍDICAS,VIGIAR E PUNIR,HISTORIA DA SEXUALIDADE,EM DEFESA DA SOCIEDADE,OS ANORMAIS...EVOLUÇÃO OU MORTE!

Tuesday, February 26, 2008

literatura clandestina revolucionária.26/02/08 BORIS AKUNIN

(foto BORIS AKUNIN)
Em A Jogada Turca, o detetive Fandórin encara um novo desafio: investigar os labirintos do poder em um nebuloso caso de espionagem no exército, durante a guerra da Rússia com a Turquia, no final do século XIX. Mas não estará sozinho nessa empreitada. No segundo volume da série As aventuras do detetive Fandórin, ele tem ao seu lado a jovem e bela Vária, uma mulher muito adiante do seu tempo. Em meio à guerra, Vária decide ir contra todas as convenções da época e enfrenta os perigos do campo de batalha para ir ao encontro de seu noivo no front búlgaro. Mas é surpreendida ao se ver envolvida num intrincado caso de espionagem militar. O homem com quem vai se casar é preso acusado de alterar, num telegrama, o nome da próxima cidade a ser atacada pelos russos, uma cilada que leva o exército soviético a perder um precioso tempo e parte de suas tropas numa vila sem importância alguma para o conflito. Provar a inocência do seu amado torna-se uma verdadeira obsessão para Vária. Felizmente ela não estará sozinha nesta difícil missão. A seu lado está Fandórin, agora investigador do exército russo, que dá inicio a uma espetacular investigação. Com a mestria dos grandes escritores de mistério, Boris Akunin cria uma trama fascinante repleta de imprevistos, traições e enigmas que surpreenderão o leitor a cada página. Um intrincado jogo em que qualquer passo em falso poderá ser fatal.
Na Moscou de 1886, Anissi, um pobre rapaz feio, tímido e sem sorte, que vive de serviços menores, certo dia esbarra com a possibilidade de um futuro radioso e cheio de delícias jamais saboreadas - entre as quais o sexo frágil. Mas o responsável por essa reviravolta de seu destino não é a Providência, e sim um certo Valete de Espadas, sujeito realmente pouco recomendável. O Valete é um trapaceiro misterioso que anda percorrendo a Rússia e abatendo-se sobre as cidades como uma tormenta. Onde ataca, deixa para trás sua marca registrada: a carta de baralho que lhe dá nome. A especialidade do temido Valete é fazer suas vítimas perderem ao mesmo tempo os bens e a reputação.
Com mais de 8 milhões de exemplares vendidos em todo mundo, chega ao Brasil, pela Editora Objetiva, a consagrada série do escritor russo Boris Akunin. Em Rainha do Inverno, romance de estréia da série, o detetive Fandorin recebe sua primeira missão: investigar uma trágica seqüência de suicídios aparentemente inexplicáveis que intriga a sociedade moscovita. O que estaria por trás desta alarmante cadeia de acontecimentos? Haveria alguém induzindo as pessoas a acabarem com a própria vida? Alguma conspiração internacional estaria sendo tramada fora da Rússia?
A Morte de Aquiles, quarto título da série As Aventuras do Detive Fandórin – com mais de 8 milhões de copias vendidas em todo mundo –, é a homenagem do escritor russo ao gênero do romance noir americano. Recém-chegado de uma missão diplomática no Japão, e agora encarregado de missões especiais a serviço do governo de Moscou, Fandórin é destacado para solucionar a morte do general Sobolev – o "Aquiles" –, herói de guerra nacional que nutria ambiciosos sonhos políticos e um fraco por belas mulheres. Ao que tudo indica, a morte foi acidental, causada por um banal ataque cardíaco. Fandórin, porém, não se deixa convencer pela causa alegada da morte do general. Sobolev era um verdadeiro Hércules, jovem e no auge da força física, e alguns indícios levam o investigador a pensar que o caso poderia ser mais complicado do que parece – talvez até uma questão de Estado. Desde o início da investigação, ele se depara com a hostilidade dos colegas de farda do general, que tentam impedir o policial de continuar a trabalhar no caso, chegando a ameaçá-lo de morte. Decidido a solucionar o mistério, o detetive terá que medir forças com as instituições mais poderosas da Rússia.
Apontado pela crítica especializada como um dos grandes nomes da literatura russa atual, o escritor Boris Akunin criou um personagem fascinante - Erast Fandórin, um jovem detetive moscovita do final do século XIX - herói e protagonista da série AS AVENTURAS DO DETETIVE FANDÓRIN. Publicada em 20 países a coleção já ultrapassou a marca de 10 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo. Depois de lançar simultaneamente os dois primeiros títulos da coleção no Brasil, a editora Objetiva publica LEVIATÃ, a nova e empolgante trama do detetive Fandórin que surpreenderá o leitor a cada página. Março de 1878. O descomunal navio a vapor Leviatã faz sua viagem inaugural, zarpando de Southampton, na Inglaterra, com destino a Calcutá, tarvessando o canal do Suez. Em Port-Said, no Egito, embarca Erast Fandórin, que irá assumir o cargo de diplomata russo no Japão.Um crime brutal, cometido poucos dias antes do embarque, abalara a alta sociedade parisiense e tem ligação com todos os passageiros da primeira classe e com os oficiais superiores do Leviatã. A partir daí, A viagem no suntuoso navio transforma-se num jogo perigoso. Outras mortes vão acontecendo...Num saboroso jogo literário em que o raciocínio lógico vai, pouco a pouco, conduzindo à velocidade dos fatos, a história se constrói pela narrativa de diferentes passageiros do navio. Uma engenhosa trama que confirma Boris Akunin como mestre do romance policial contemporâneo e coloca seu personagem Fandórin, em definitivo, na galeria dos grandes detetives da literatura mundial.

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