*(LITERATURA CLANDESTINA REVOLUCIONÁRIA)*MICHEL FOUCAULT LIBERTE-ME.

VC LEU MICHEL FOUCAULT,NÃO?ENTÃO O QUE VC ESTÁ ESPERANDO FILHO DA PUTA?ELE É A CHAVE DA EVOLUÇÃO DOS HUMANOS.HISTORIA DA LOUCURA,NASCIMENTO DA CLINICA,AS PALAVRAS E AS COISAS,ARQUEOLOGIA DO SABER,A ORDEM DO DISCURSO,EU PIERRE RIVIÉRE,A VERDADE E AS FORMAS JURÍDICAS,VIGIAR E PUNIR,HISTORIA DA SEXUALIDADE,EM DEFESA DA SOCIEDADE,OS ANORMAIS...EVOLUÇÃO OU MORTE!

Sunday, April 13, 2008

Steinmeier desafia dominação americana em Harvard 13/04/08 a alemanha como potência não vai se curvar as ordens de Washington.

A "Carta alemã" de Gerd-Helmut Komossa
http://resistir.info/alemanha/german_card.html
Em Harvard, o ministro Steinmeier, das Relações Exteriores, cobrou uma revitalização das relações entre Europa e EUA, mas alertou que o novo governo americano não deve esperar maior participação alemã no Afeganistão.
Em uma palestra na Universidade de Harvard neste sábado (12/04), o ministro alemão das Relações Exteriores, Frank-Walter Steinmeier, cobrou uma mudança dos rumos nas relações entre Estados Unidos e Europa.
Diante de centenas de acadêmicos, estudantes e representantes das comunidades política e econômica de Boston, Steinmeier afirmou que as relações bilaterais teriam que mudar para se adequar aos novos desafios globais e para que se possa tirar proveito dos mesmos.Segundo Steinmeier, a aliança entre EUA e Europa deveria focar-se em três objetivos: um mundo sustentável, um mundo mais seguro e um mundo onde haja mais justiça e abertura. Quanto à sustentabilidade, Steinmeier recomendou a criação de uma "ponte climática" transatlântica, que envolveria uma maior cooperação tecnológica para combater o aquecimento global.


No entanto, para que se obtenha um mundo mais seguro, seria essencial que a Rússia fizesse parte do processo. Tanto a Europa quanto os Estados Unidos deveriam se esforçar para manter Moscou um parceiro ativo e construtivo, pois questões como o Irã, o Oriente Médio e o controle de armas seriam muito mais difíceis de se resolver sem a ajuda russa. Especialmente o candidato republicano John McCain defende uma linha dura em relação à Rússia
Steinmeier alertou que o próximo governo dos Estados Unidos não deve contar com uma participação significativamente maior das Forças Armadas alemãs no Afeganistão. "Já nos esforçamos demais e nossos recursos não são ilimitados", criticou o ministro em Harvard.
Sem mencionar abertamente o governo Bush, internacionalmente criticado por sua estratégia geopolítica isolada, Steinmeier reforçou a importância da cooperação entre os aliados. "Precisamos hoje de uma nova liderança americana no mundo. Mas, para usar um 'poder inteligente', os americanos, com seu alcance global, precisam de aliados, assim como a Europa precisa dos Estados Unidos para suas contribuições globais."Na sexta-feira (11/04), o ministro participou de uma conversa telefônica com o candidato à presidência dos EUA Barack Obama para discutir o futuro das relações bilaterais Europa-EUA. Em sua sétima viagem ao país desde que assumiu o cargo, sem contar as visitas à sede da ONU, Steinmeier afirmou que ele e Obama concordaram quanto à necessidade de se "renovar a agenda bilateral".Entre as áreas em que se almeja um estreitamento da cooperação estariam a redução armamentista, em especial envolvendo armas nucleares, questões relativas à política energética e à redução de conflitos provenientes da alocação de recursos.Além disso, Steinmeier se reuniu com representantes de Hillary Clinton e de John McCain. "Gostaria de me encontrar pessoalmente com Clinton nos próximos meses", disse. "Já conheço McCain de nossos muitos encontros na Alemanha."


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