*(LITERATURA CLANDESTINA REVOLUCIONÁRIA)*MICHEL FOUCAULT LIBERTE-ME.

VC LEU MICHEL FOUCAULT,NÃO?ENTÃO O QUE VC ESTÁ ESPERANDO FILHO DA PUTA?ELE É A CHAVE DA EVOLUÇÃO DOS HUMANOS.HISTORIA DA LOUCURA,NASCIMENTO DA CLINICA,AS PALAVRAS E AS COISAS,ARQUEOLOGIA DO SABER,A ORDEM DO DISCURSO,EU PIERRE RIVIÉRE,A VERDADE E AS FORMAS JURÍDICAS,VIGIAR E PUNIR,HISTORIA DA SEXUALIDADE,EM DEFESA DA SOCIEDADE,OS ANORMAIS...EVOLUÇÃO OU MORTE!

Saturday, May 10, 2008

soldados franceses no afeganistão.10/05/08 a mesma lógica imperialista de sempre.a diferença agora é que existem novos jogadores.

Livro revela ligação entre terror e serviço secreto francês:
Argel - Já é alvo de polêmica na Argélia o livro lançado na Europa em 17 de novembro em que Said Majda, conhecido também como Omar Nasiri, ligado ao Grupo Islâmico Armado, o mais sanguinário dos grupos integralistas armados da Argélia, e depois à Al-Qaeda, afirma que foi um espião do serviço secreto francês, a Direção Geral de Segurança Exterior (DGSE). Uma história verdadeira ou uma estratégia para desacreditar a inteligência francesa? Claude Moniquet, presidente do centro francês de pesquisa estratégica, é categórico: numa nota de 22 de novembro intitulada "Osmar Nasiri ou os bastidores de uma manipulação anti-França", descarta qualquer possibilidade que Majda tenha sido um agente francês. Na França, o livro despertou indignação, mas o jornal Le Figaro diz que o livro é "um testemunho inédito em primeira mão do nascimento da Al-Qaeda".

Ex-terrorista e espião, Osmar Nasiri revela em "Au coeur du djihad, memoires d'un espion infiltré dans les filières d'al-Qaida" (No coração da jihad, memórias de um espião infiltrado entre as tropas da Al-Qaeda), editado pela Flammarion, detalhes chocantes sobre as operações do grupo terrorista. Michel Sheuer, ex-chefe da unidade da CIA encarregada pelo dossiê sobre Osama bin Ladin, classifica as informações como "sem precedentes em todos os relatórios do serviço secreto americano". O autor conta que viveu no Marrocos e se mudou para Bruxelas com a família, onde, por motivos financeiros, começou a comprar armas para o Grupo Islâmico Armado, o GIA. Começou com cartuchos de Kalashnikov e chegou a comprar até materiais para visão noturna e explosivos.


Depois de roubar dinheiro de um dos responsáveis pelo GIA na Europa, Nasiri decidiu, na tentativa de se salvar, pedir proteção ao serviço secreto francês. Gilles, o oficial com quem entrou em contato, diz Nasiri em seu livro, fornecia o dinheiro para que ele cobrisse suas dívidas e o encoraja a retomar o tráfico de armas para o GIA. O autor, para enfatizar a veracidade das informações, insiste sobre vários detalhes: diz ter transportado por via terrestre e marítima um veículo cheio de armas, munição e dinheiro e que foi ajudado pela DGSE, que sabia, segundo o autor, que o carregamento era destinado aos terroristas argelinos.
A imprensa argelina classifica a informação como uma acusação grave, já que as armas de Nasiri chegaram a seu destino poucos dias antes do atentado de 30 de janeiro de 1995 contra o comissariado central do bulevar Amirouche, no coração de Argel, provocando a morte de centenas de civis. O tráfico continua até março de 2005, depois o autor revela que foi enviado primeiro ao Afeganistão, nos campos financiados por Bin Laden, e mais tarde se infiltrou nas mesquitas do "Londonistão", na Grã-Bretanha, a serviço não apenas da polícia francesa, mas também dos serviço secreto britânico.




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